terça-feira, 29 de junho de 2010

DALAI LAMA

Ao ler um pouco do livro "Dalai Lama"Uma Ética para Um Novo Milênio,o autor fala do ser humano em nossa atualidade à procura da felicidade. E hoje em dia como podemos observar é que as pessoas tentam buscar a felicidade através de coisas materiais ou até mesmo com drogas e elas não param para refletir que a felicidade está dentro de cada um de nós, está em uma palavra amiga, um simples sorriso que para poucos significa muito. Um exemplo de felicidade é quando um professor trabalha por prazer, satisfação e não por seu baixo salário, um porteiro ao receber um bom dia com entusiasmo, entre outros. E segundo Dalai Lama as pessoas não precisam abrir mãos de seus bens materiais para ter ou dar felicidade, mas infelizmente são poucas as pessoas que conseguem compreeder esse sentimento tão bonito que nos leva a uma grande paz interior, que pode cativar varias pessoas com uma simples reflexões nos nossos dias atuais.

ELIZÂNGELA DE SOUSA BARROS

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Comentário do filme Preciosa

Preciosa é uma adolescente de 16 anos. Negra, obesa e sofrendo uma série de privações em seu dia-a-dia, ela passa por todo o tipo de infortúnio. Violentada pelo pai e abusada fisica e psicologicamente pela mãe, a jovem cresce irritada e sem qualquer tipo de amor.
O filme cataloga com certa riqueza a parte feia dos relacionamentos humanos. Foi feito para parecer presumivelmente feio, sublinhando, dessa forma, a tristeza da vida de Preciosa. Evitando os truques de animar o público ao fim da projeção, o filme mergulha no rosto de sua protagonista que, apesar de todo seu sofrimento, sempre procura uma razão para viver.
Apesar de nova, Preciosa está grávida de seu segundo filho, ambos do próprio pai. Com síndrome de down, a primeira mora com a avó e só vai para casa quando a assistente social precisa visitá-las. Quando descobre sobre a gravidez de sua aluna, a diretora Lichtenstein expulsa a menina da escola, mas consegue para ela uma vaga em um colégio alternativo. Lá, Preciosa conhece a professora Rain, que vai ajudá-la a tentar superar suas dificuldades e terminar seus estudos.
Ou seja, a vida de Preciosa é um inferno. Ela sabe disto, mas não tem forças para mudar a realidade. Como a própria diz, "um dia algo vai acontecer ou alguém me fará acontecer". O conformismo e sua incapacidade fazem com que se refugie nos sonhos, onde imagina "um namorado branco e de cabelo bom". Um simples pensamento que revela a falta de auto-estima que possui e, em parte, o preconceito também existente por parte dos negros em relação à sua própria cor.
As coisas começam a mudar depois que o diretor inscreve Precious em uma escola alternativa para alunos que merecem atenção especial. Essa oportunidade de salvar uma alma perdida em meio aos mortos faz com que ela saia do inferno e passe a ter uma vida real. O contato dela com o amor e carinho dado pela radiante professora Rain (Paula Patton) e pela atenciosa assistente social Weiss (Mariah Carey) faz com que ela aos poucos recupere a dignidade. Vale a pena assistir.


ALUNA:Erica ALves Tomaz da Silva 10926184

domingo, 27 de junho de 2010

Trabalho sobre Homofobia

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

CURSO DE PEDAGOGIA

CENTRO DE EDUCAÇÃO

DIVERSIDADE CULTURAL

PROFESSORA: MARIA EULINA

ALUNAS: JANAÍNA GOMES

JAYANNE SANTOS

LÍVIA SAMARA

MICHELLE ULISSES

PESQUISA EM GRUPO SOBRE HOMOFOBIA

De acordo com o questionário sobre homofobia aplicado a alunos do ensino médio com idade entre 14 e 19 anos de uma escola pública podemos observar como os adolescentes lidam com a aceitação e também o preconceito em relação aos homossexuais na escola.

Foram feitas perguntas simples e diretas como:

1) Você têm algum amigo homossexual? ;

2) Você aceita?;

3) Você acha que o homossexual é aceito na sociedade?;

4) Você conhece o projeto Brasil sem Homofobia?

Obtemos como resposta:

Perguntas

Sim

22 alunos

26 alunos

15 alunos

01 aluno

Não

09 alunos

04 alunos

14 alunos

30 alunos

Em uma sala de aula na qual aplicamos o questionário um rapaz em meio aos seus colegas ao responder a segunda pergunta, se ele aceitava o homossexual, ele disse: “Se fosse uma coisa normal Deus tinha feito Adão e Ivo”. Então ainda existe bastante preconceito na sociedade.

No livro, “Diversidade Sexual na Educação: problematizações sobre homofobia nas escolas” de Rogério Diniz, ele destaca que o preconceito, a discriminação e a violência que na escola, atingem gays, lésbicas e bissexuais e lhes restringem direitos básicos de cidadania, se agravam em relação a travestis e a transexuais. Essas pessoas, ao construírem seus corpos, suas maneiras de ser, expressar-se e agir, não podem passar incógnitas. Por isso, não raro, ficam sujeitas às piores formas de desprezo, abuso e violência. Não por acaso, diversas pesquisas têm revelado que as travestis constituem a parcela com maiores dificuldades de permanência na escola de inserção no mercado de trabalho em função do preconceito e da discriminação sistemática a que estão submetidas (PARKER, 2000; PERES, 2004).

Em relação a última pergunta, sobre o Projeto Brasil sem Homofobia, só um aluno respondeu que conhecia tal projeto,e a maioria não sabia o que falava esse projeto,então explicaremos a seguir.

O projeto Brasil sem Homofobia lançado em 2004 é um projeto que visa combater à violência a discriminação com o objetivo de promover a cidadania de gays, lésbicas, travestis, transgênicos e bissexuais, a partir da equiparação de direitos e do combate à violência e à discriminação homofóbicas, respeitando a especificidade de cada um desses grupos populacionais.

Para atingir tal objetivo, o Programa é constituído de diferentes ações voltadas para:

a) Apoio a projetos de fortalecimento de instituições públicas e não-governamentais que atuam na promoção da cidadania homossexual e/ou no combate à homofobia;

b) Capacitação de profissionais e representantes do movimento homossexual que atuam na defesa de direitos humanos;

c) Disseminação de informações sobre direitos,de promoção da auto-estima homossexual;

d) Incentivo à denúncia de violações dos direitos humanos do segmento GLTB.

A diversidade cultural engloba as diferenças culturais que existem entre as pessoas, como a linguagem, danças, vestuário e tradições, bem como a forma como as sociedades organizam-se conforme a sua concepção de moral e de religião, a forma como eles interagem com o ambiente.

E foi essas diferenças que pudemos observar com os assuntos e debates em sala de aula ao longo da disciplina e também no Blog criado pela turma de pedagogia onde mostra a visão crítica de pessoas com diferentes idades, raça e religião lidam com os assuntos abordados como a exploração sexual infantil,a Síndrome de Down,o preconceito com os negros e no livro de Dalai Lama que nos faz refletir a respeito de ética, religião e da nossa postura na sociedade pois só o amor a compaixão, paciência, tolerância, capacidade de perdoar pode nos fazer pessoa melhores.

REFERÊNCIA

CONSELHO Nacional de Combate à Discriminação. Brasil Sem Homofobia:Programa de combate à violência e à discriminação contra GLTB e promoção da cidadania homossexual. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. Disponível em:<<>>. Acesso em 15 de junho de 2010.

JUNQUEIRA, Rogério Diniz. Diversidade Sexual na Educação: problematizações sobre a homofobia nas escolas – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, UNESCO, 2009.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Xingu - "A Terra Ameaçada".

Esse documentário leva o Brasil a conhecer a sua verdadeira história sem a intervenção dos estrangeiros; Comparando os índios da "descoberta" com os de hoje, presenciamos a lenta morte da cultura indígena do nosso país, cultura essa que um dia enfeitiçou os portugueses ficando conhecidos como moradores da terra mágica!
Mas onde fica o nosso cultivo para a preservação dessa cultura e dessa terra? Vemos no filme a dificuldade que os índios enfrentam para terem a posse de suas terras, que são deles por herança, até isso queremos roubar. Até quando o Brasil vai viver a mercê da vontade imposta pelos estrangeiros? Já não basta o que levaram de nós, seja na descoberta, na ditadura ou até mesmo hoje em dia?
No Xingu I relata-se um pouco do pensamento a respeito da morte para os índios das tribos que compõem a região do Xingu, mostrando também seus rituais em homenagem aos mortos, do respeito que se tem aos mais velhos, e a função de cada um seja homem, mulher ou criança.
No Xingu II vemos o quanto o "homem- branco" como eles chamam os estrangeiros, trouxeram doenças para o seu povo desde a colonização com a sua miscigenação, doenças que eles não conheciam e acabavam exterminados por elas. Também se mostra o uso de ferramentas e tecnologias dos homens-brancos que hoje fazem parte do cotidiano indígena, o que acaba preocupando os mais velhos das tribos, como mostra o documentário, pois temem o fim de sua cultura que a duras penas vem tentando manter-se.


Aluna: Allane de Farias Lima - 10926212

Pátria Proibida

Documentário chocante que nos remete ao caos além de tudo social, onde a dura realidade força crianças a fugirem de sua terra natal, levando consigo apenas sua cultura e suas raízes, para tentar sobreviver as adversidades impostas por seus semelhantes em uma guerra civil na África.
Espera-se que os que assistirem ao filme parem para pensar, até onde vai o nosso egoísmo?
Muitas vezes caímos na cilada de achar que nossa cultura é superior a dos outros e pensamos que ajudar é elevarmo-os ao nosso padrão. Os três garotos protagonistas, tiveram a oportunidade de sobreviver e de entender que nesse mundo " a mão que afaga é a mesma que apedreja" já dizia Augusto dos Anjos, pois não só o Sudão como toda a África é explorada por extrangeiros.
O melhor é perceber que apesar das dificuldades e preconceitos vividos, a cultura é o que dá identidade ao ser humano.

Aluna: Allane de Farias Lima - 10926212

Do Luto à Luta

No nosso país, como em muitos lugares infelizmente existe o preconceito dentro outros sobre os portadores da Síndrome de Down, nesse documentário Evaldo Mocarzel mostra a vida real dessas pessoas que como nós estudam, trabalham, vivem, amam...
Na TV tudo fica mais bonito e emocionante, choramos, rimos, "apoiamos", mas quando nos deparamos com a realidade parece que tudo perde o sentido a cor o brilho, começamos a por nossas unhas de fora e desprezamos os nossos semelhantes, pois julgamos ser diferentes ou melhor superiores.
Mas para nós Educadores esse documentário é sem dúvida uma injeção de ânimo e de encorajamento, que possamos mostrar com nossas vidas a igualdade.


Aluna: Allane de Farias Lima - 10926212

Dalai Lama

Como sempre Dalai Lama em sua simplicidade, fala de uma busca existêncial que todo ser humano têm pela FELICIDADE.
Felicidade esta que ultrapassa todo e qualquer pensamento de posse que possamos ter; o ser humano é o protagonista de sua própria infelicidade quando busca no dinheiro e nos títulos conforto para o seu espírito. Mas só através do Bem, este que não se corrompe porque é repleto de amor, compaixão e verdade, pode-se assim chegar a harmonia plena onde o indivíduo não se prende a meras práticas religiosas, mas ao bem comum.
Se pararmos para pensar, digo o mundo todo, em o que cada um de nós temos em comum e deixarmos de lado as diferenças, todos sem exceção seriam felizes. Pois a ética em sua excência requer respeito e responsabilidade com o outro, fazendo possível então uma sociedade justa.

Aluna: Allane de Farias Lima - 10926212