Blog criado para compartilhar e divulgar pesquisas feitas pela turma de Pedagogia da UFPB na disciplina de Diversidade Cultural orientada pela professora Maria Eulina.
terça-feira, 29 de junho de 2010
DALAI LAMA
ELIZÂNGELA DE SOUSA BARROS
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Preciosa é uma adolescente de 16 anos. Negra, obesa e sofrendo uma série de privações em seu dia-a-dia, ela passa por todo o tipo de infortúnio. Violentada pelo pai e abusada fisica e psicologicamente pela mãe, a jovem cresce irritada e sem qualquer tipo de amor.
O filme cataloga com certa riqueza a parte feia dos relacionamentos humanos. Foi feito para parecer presumivelmente feio, sublinhando, dessa forma, a tristeza da vida de Preciosa. Evitando os truques de animar o público ao fim da projeção, o filme mergulha no rosto de sua protagonista que, apesar de todo seu sofrimento, sempre procura uma razão para viver.
Apesar de nova, Preciosa está grávida de seu segundo filho, ambos do próprio pai. Com síndrome de down, a primeira mora com a avó e só vai para casa quando a assistente social precisa visitá-las. Quando descobre sobre a gravidez de sua aluna, a diretora Lichtenstein expulsa a menina da escola, mas consegue para ela uma vaga em um colégio alternativo. Lá, Preciosa conhece a professora Rain, que vai ajudá-la a tentar superar suas dificuldades e terminar seus estudos.
Ou seja, a vida de Preciosa é um inferno. Ela sabe disto, mas não tem forças para mudar a realidade. Como a própria diz, "um dia algo vai acontecer ou alguém me fará acontecer". O conformismo e sua incapacidade fazem com que se refugie nos sonhos, onde imagina "um namorado branco e de cabelo bom". Um simples pensamento que revela a falta de auto-estima que possui e, em parte, o preconceito também existente por parte dos negros em relação à sua própria cor.
As coisas começam a mudar depois que o diretor inscreve Precious em uma escola alternativa para alunos que merecem atenção especial. Essa oportunidade de salvar uma alma perdida em meio aos mortos faz com que ela saia do inferno e passe a ter uma vida real. O contato dela com o amor e carinho dado pela radiante professora Rain (Paula Patton) e pela atenciosa assistente social Weiss (Mariah Carey) faz com que ela aos poucos recupere a dignidade. Vale a pena assistir.
ALUNA:Erica ALves Tomaz da Silva 10926184
domingo, 27 de junho de 2010
Trabalho sobre Homofobia
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CURSO DE PEDAGOGIA
CENTRO DE EDUCAÇÃO
DIVERSIDADE CULTURAL
PROFESSORA: MARIA EULINA
ALUNAS: JANAÍNA GOMES
JAYANNE SANTOS
LÍVIA SAMARA
MICHELLE ULISSES
PESQUISA EM GRUPO SOBRE HOMOFOBIA
De acordo com o questionário sobre homofobia aplicado a alunos do ensino médio com idade entre 14 e 19 anos de uma escola pública podemos observar como os adolescentes lidam com a aceitação e também o preconceito em relação aos homossexuais na escola.
Foram feitas perguntas simples e diretas como:
1) Você têm algum amigo homossexual? ;
2) Você aceita?;
3) Você acha que o homossexual é aceito na sociedade?;
4) Você conhece o projeto Brasil sem Homofobia?
Obtemos como resposta:
Perguntas | 1º | 2º | 3º | 4º |
Sim | 22 alunos | 26 alunos | 15 alunos | 01 aluno |
Não | 09 alunos | 04 alunos | 14 alunos | 30 alunos |
Em uma sala de aula na qual aplicamos o questionário um rapaz em meio aos seus colegas ao responder a segunda pergunta, se ele aceitava o homossexual, ele disse: “Se fosse uma coisa normal Deus tinha feito Adão e Ivo”. Então ainda existe bastante preconceito na sociedade.
No livro, “Diversidade Sexual na Educação: problematizações sobre homofobia nas escolas” de Rogério Diniz, ele destaca que o preconceito, a discriminação e a violência que na escola, atingem gays, lésbicas e bissexuais e lhes restringem direitos básicos de cidadania, se agravam em relação a travestis e a transexuais. Essas pessoas, ao construírem seus corpos, suas maneiras de ser, expressar-se e agir, não podem passar incógnitas. Por isso, não raro, ficam sujeitas às piores formas de desprezo, abuso e violência. Não por acaso, diversas pesquisas têm revelado que as travestis constituem a parcela com maiores dificuldades de permanência na escola de inserção no mercado de trabalho em função do preconceito e da discriminação sistemática a que estão submetidas (PARKER, 2000; PERES, 2004).
Em relação a última pergunta, sobre o Projeto Brasil sem Homofobia, só um aluno respondeu que conhecia tal projeto,e a maioria não sabia o que falava esse projeto,então explicaremos a seguir.
O projeto Brasil sem Homofobia lançado em 2004 é um projeto que visa combater à violência a discriminação com o objetivo de promover a cidadania de gays, lésbicas, travestis, transgênicos e bissexuais, a partir da equiparação de direitos e do combate à violência e à discriminação homofóbicas, respeitando a especificidade de cada um desses grupos populacionais.
Para atingir tal objetivo, o Programa é constituído de diferentes ações voltadas para:
a) Apoio a projetos de fortalecimento de instituições públicas e não-governamentais que atuam na promoção da cidadania homossexual e/ou no combate à homofobia;
b) Capacitação de profissionais e representantes do movimento homossexual que atuam na defesa de direitos humanos;
c) Disseminação de informações sobre direitos,de promoção da auto-estima homossexual;
d) Incentivo à denúncia de violações dos direitos humanos do segmento GLTB.
A diversidade cultural engloba as diferenças culturais que existem entre as pessoas, como a linguagem, danças, vestuário e tradições, bem como a forma como as sociedades organizam-se conforme a sua concepção de moral e de religião, a forma como eles interagem com o ambiente.
E foi essas diferenças que pudemos observar com os assuntos e debates em sala de aula ao longo da disciplina e também no Blog criado pela turma de pedagogia onde mostra a visão crítica de pessoas com diferentes idades, raça e religião lidam com os assuntos abordados como a exploração sexual infantil,a Síndrome de Down,o preconceito com os negros e no livro de Dalai Lama que nos faz refletir a respeito de ética, religião e da nossa postura na sociedade pois só o amor a compaixão, paciência, tolerância, capacidade de perdoar pode nos fazer pessoa melhores.
REFERÊNCIA
CONSELHO Nacional de Combate à Discriminação. Brasil Sem Homofobia:Programa de combate à violência e à discriminação contra GLTB e promoção da cidadania homossexual. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. Disponível em:<<>>. Acesso em 15 de junho de 2010.
JUNQUEIRA, Rogério Diniz. Diversidade Sexual na Educação: problematizações sobre a homofobia nas escolas – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, UNESCO, 2009.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Xingu - "A Terra Ameaçada".
Pátria Proibida
Do Luto à Luta
Dalai Lama
Felicidade esta que ultrapassa todo e qualquer pensamento de posse que possamos ter; o ser humano é o protagonista de sua própria infelicidade quando busca no dinheiro e nos títulos conforto para o seu espírito. Mas só através do Bem, este que não se corrompe porque é repleto de amor, compaixão e verdade, pode-se assim chegar a harmonia plena onde o indivíduo não se prende a meras práticas religiosas, mas ao bem comum.
Se pararmos para pensar, digo o mundo todo, em o que cada um de nós temos em comum e deixarmos de lado as diferenças, todos sem exceção seriam felizes. Pois a ética em sua excência requer respeito e responsabilidade com o outro, fazendo possível então uma sociedade justa.
Aluna: Allane de Farias Lima - 10926212